Qual é o Meu IP? — Veja Seu Endereço IP Público Agora

Veja seus IPs públicos (IPv4 e IPv6) na hora, o whois do provedor com ASN e DNS reverso, e o que o seu navegador entrega sobre você. Nada é registrado.

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Detectando seu endereço IP...

Como a detecção do seu IP funciona

Não há mágica nem rastreamento: toda requisição na internet carrega, por definição, o endereço IP de origem — é assim que a resposta sabe o caminho de volta. Esta página consulta duas rotas ao mesmo tempo: o seu navegador pergunta diretamente a um serviço público de eco (ipify) qual endereço chegou até ele — uma vez forçando IPv4, outra aceitando IPv6 —, e em paralelo o nosso servidor informa o IP visto na conexão com o site. Em condições normais os caminhos coincidem; quando divergem, isso também conta uma história (proxy corporativo, CGNAT, VPN seletiva). O número mostrado é o seu IP público: o endereço da sua conexão como um todo (em geral do roteador ou do provedor), e não o IP interno de cada dispositivo da casa. Se você estiver usando uma VPN ou um proxy, o endereço exibido será o do servidor intermediário — o que, aliás, é um jeito rápido de conferir se a VPN está mesmo ativa.

Whois, ASN e DNS reverso: quem responde pelo endereço

Todo IP público pertence a um bloco registrado em nome de alguém — um provedor, uma empresa, uma universidade. O painel de whois mostra esse dono (organização e ASN, o número do sistema autônomo que anuncia o bloco nas rotas da internet), o DNS reverso (o nome de host que o provedor associou ao seu endereço, consultado via DNS seguro) e a região aproximada do registro. Para o registro bruto e completo, o link de RDAP abre a consulta oficial no órgão regional — no caso de IPs brasileiros, dados que vêm do Registro.br/LACNIC. É a mesma investigação que um time de segurança faz ao analisar um acesso suspeito nos logs.

IPv4 esgotou — e a transição para o IPv6

O IPv4, criado nos anos 1980, endereça a internet com 32 bits: cerca de 4,3 bilhões de combinações, que pareciam infinitas e se esgotaram formalmente na década de 2010. A resposta veio em duas frentes. A primeira foi paliativa: técnicas como o NAT e o CGNAT — muito comum no Brasil — fazem vários clientes de um provedor compartilharem o mesmo IPv4 público. A segunda é a solução definitiva: o IPv6, com 128 bits e espaço para 340 undecilhões de endereços, o suficiente para dar bilhões de IPs a cada ser humano. Como a troca é gradual, as redes operam em pilha dupla (dual stack), mantendo as duas versões ao mesmo tempo — por isso você pode aparecer com um IPv6 aqui e com um IPv4 em outro serviço, dependendo do caminho que a conexão usou.

O que seu navegador conta sobre você

Além do IP, todo navegador entrega uma série de informações a qualquer site: o user agent (navegador e sistema), idioma, fuso horário, resolução da tela, pixel ratio, núcleos de CPU e mais. Isoladas, são inofensivas; combinadas, formam uma espécie de impressão digital (fingerprint) que pode distinguir o seu navegador entre milhões de outros — mesmo sem cookies. É assim que parte da publicidade online reconhece visitantes que limparam o histórico. O grid acima mostra exatamente o que o seu navegador está entregando agora, lido localmente.

Para quem desenvolve ou testa software, essa visão é uma bancada de depuração: conferir o user agent real ao investigar um bug que só acontece em um navegador, validar o fuso horário em problemas de data e hora, confirmar resolução e pixel ratio em QA visual, ou checar rapidamente se o proxy corporativo ou a VPN está no ar antes de acessar um ambiente restrito por IP.

Privacidade nesta ferramenta

O nosso servidor só ecoa o IP da conexão para comparação — nada é registrado, armazenado ou repassado, e a resposta sai com o cabeçalho Cache-Control: no-store, que impede qualquer cache intermediário de guardá-la. As consultas de IP público (ipify), de provedor (ipwho.is) e de DNS reverso (Cloudflare) partem do seu navegador direto para esses serviços públicos, sem intermediação nossa — o CodeCrush não vê nem armazena essas respostas. Os dados do grid do navegador são lidos localmente e não saem da página. Fechou a aba, acabou — não existe histórico para apagar aqui.

## faq

Perguntas frequentes

Qual é a diferença entre IPv4 e IPv6?

IPv4 é o formato clássico: quatro blocos de números de 0 a 255 separados por pontos (ex.: 203.0.113.42). Com 32 bits, ele oferece cerca de 4,3 bilhões de endereços — que já se esgotaram. O IPv6 veio resolver isso: oito grupos hexadecimais separados por dois-pontos (ex.: 2001:db8::8a2e:370:7334), com 128 bits e um espaço praticamente inesgotável de 340 undecilhões de endereços. Hoje as duas versões convivem em "pilha dupla", e o rótulo exibido acima mostra qual delas a sua conexão usou para chegar até aqui.

Meu IP é fixo ou muda?

Na maioria das conexões residenciais, muda. O provedor atribui o endereço dinamicamente (via DHCP) e pode trocá-lo quando o roteador reinicia, quando a conexão cai ou periodicamente. Muitos provedores brasileiros também usam CGNAT, técnica em que várias residências compartilham o mesmo IPv4 público — nesse caso, o endereço exibido aqui é do equipamento do provedor, não exclusivo seu. IP fixo costuma ser um serviço contratado à parte, comum em planos empresariais e necessário para hospedar servidores em casa.

O que alguém consegue descobrir com o meu IP?

Menos do que parece. Com o IP, dá para saber qual é o seu provedor de internet e uma localização aproximada — em geral a cidade ou região onde o provedor registrou aquele bloco de endereços, que pode ficar a dezenas ou centenas de quilômetros de você. O que NÃO dá para descobrir: seu nome, o endereço exato da sua casa, seu CPF ou seu histórico de navegação. A associação entre IP e cliente existe apenas nos registros do provedor, que no Brasil só é obrigado a revelá-la mediante ordem judicial, conforme o Marco Civil da Internet.

Qual é a diferença entre IP público e IP privado?

O IP público é o endereço da sua conexão na internet — o que os sites enxergam e o que esta página exibe. O IP privado é o endereço de cada dispositivo dentro da sua rede local, atribuído pelo seu roteador em faixas reservadas como 192.168.x.x, 10.x.x.x e 172.16.x.x a 172.31.x.x. Todos os aparelhos da casa (notebook, celular, TV) compartilham um único IP público por meio de NAT — por isso os sites veem o mesmo endereço para todos. Para ver o IP privado, consulte as configurações de rede do sistema operacional; por segurança, o navegador não o expõe a páginas web.

Como navegar com outro IP?

O conceito é sempre o mesmo: fazer o seu tráfego sair para a internet por outro servidor, para que os sites vejam o endereço dele, não o seu. Uma VPN cria um túnel cifrado entre você e esse servidor; um proxy apenas repassa as requisições (nem sempre com criptografia); a rede Tor encadeia várias camadas de servidores para dificultar o rastreio. Trocar de rede também muda seu IP — sair do Wi-Fi para o 4G/5G, por exemplo. Um ponto importante: quem opera a VPN ou o proxy passa a ver o seu tráfego, então a confiabilidade do serviço importa mais do que a tecnologia em si.

Como fazer um whois ou traceroute do meu IP?

A página já traz o essencial do whois (provedor, ASN, DNS reverso e região do bloco) e um link para o registro oficial completo via RDAP, o sucessor moderno do whois. Para ir além, use o terminal: "whois SEU-IP" mostra o registro bruto com contatos de abuso; "traceroute SEU-IP" (no Windows, "tracert") revela a rota, salto a salto, entre sua máquina e o destino; e "dig -x SEU-IP +short" consulta o DNS reverso. A ferramenta exibe esses três comandos já preenchidos com o seu endereço, prontos para copiar — traceroute é uma ferramenta de rede do sistema e não pode ser executada de dentro de uma página web.

Este site guarda o meu IP?

Não. Nosso servidor apenas ecoa o endereço da conexão de volta, com a resposta marcada como Cache-Control: no-store — nada é gravado em banco de dados, log da aplicação ou repassado a terceiros. As consultas de IP público (ipify), de provedor/whois (ipwho.is) e de DNS reverso (DNS-over-HTTPS da Cloudflare) partem do seu próprio navegador direto para esses serviços públicos, sem passar pelos nossos servidores — cada um com sua própria política de privacidade. Os dados do grid do navegador são lidos localmente e nunca saem da página.

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