Radar de IA

O que cada empresa de IA lançou, mudou ou quebrou — com link para a fonte oficial.

Quem está no radar

25 empresas monitoradas

Como este radar funciona

Cada empresa da lista tem uma ou mais fontes monitoradas, e a ordem entre elas importa: quando existe feed oficial, ele é sempre a primeira escolha. Se esse feed sair do ar ou mudar de endereço — o que acontece mais do que se imagina —, a fonte seguinte assume sozinha, sem que a página fique vazia esperando alguém perceber.

A Anthropic é o caso que explica melhor o desenho. Ela não publica RSS: tanto /rss.xml quanto /news/rss.xml respondem 404. O que ela publica é um sitemap.xml com centenas de URLs de notícia, cada uma com a data da última modificação, e um robots.txt que autoriza a leitura e aponta para esse sitemap. Ler o índice que o site disponibiliza justamente para ser lido, e então buscar os metadados apenas das páginas novas, resolve o problema sem raspar conteúdo.

O que o radar não faz

Ele não é o primeiro a saber. Feeds oficiais têm latência de minutos a horas, e quem precisa da informação no segundo em que ela sai vai continuar acompanhando as redes sociais. A troca é deliberada: em vez de velocidade com ruído, o radar entrega o registro organizado por empresa e por produto, que é o que serve quando você precisa responder “o que mudou no Claude desde que integrei?” três meses depois.

Ele também não cobre todo mundo. Alguns fornecedores bloqueiam leitura automatizada, mesmo de um agente identificado — nesses casos, ou a informação chega por uma fonte secundária, ou entra por curadoria manual. Preferimos a lacuna honesta a contornar um bloqueio explícito.

Como as fontes são verificadas

Toda fonte é testada antes de entrar, e a data da última verificação em massa fica registrada no código (a atual é 2026-08-25). Isso não é zelo excessivo: boa parte dos endereços de feed que circulam em listas pela web responde 404 há meses. A Mistral, por exemplo, é frequentemente listada com /news/feed.xml, que está morto — o feed vivo é /rss.xml na raiz.

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## faq

Perguntas frequentes

De onde vêm as atualizações do radar?

De fontes oficiais dos próprios fornecedores: feeds RSS/Atom do blog, changelogs de API, release notes no GitHub e status pages. Quando uma empresa não publica feed — caso da Anthropic — o radar lê o sitemap.xml que o próprio site disponibiliza e busca os metadados das páginas novas. Nenhuma fonte é raspada contra a vontade do site: o robots.txt de cada domínio é respeitado.

Com que frequência o radar é atualizado?

Depende da fonte. As mais importantes (OpenAI, Anthropic, Google, changelogs de API e status pages) são consultadas a cada 3 horas. Blogs oficiais e releases do GitHub, a cada 12 horas. Fontes de contexto, uma vez por dia. Cada empresa mostra quando foi a última atualização encontrada.

Por que o radar não acompanha os perfis do X/Twitter?

Por custo e por confiabilidade. Desde fevereiro de 2026 a API do X não tem camada gratuita e cobra por post lido — acompanhar algumas dezenas de perfis custaria centenas de dólares por mês. Além disso, quase todo lançamento anunciado por lá aponta para o blog oficial da empresa, que o radar já lê de graça e com menos ruído. APIs de terceiros são mais baratas, mas violam os termos de uso do X e podem sair do ar sem aviso.

O que significa a marcação "breaking" num item?

Que aquela atualização quebra compatibilidade: um endpoint removido, um modelo descontinuado, uma migração obrigatória. A marcação vem do texto que o fornecedor publicou — expressões como "breaking change", "deprecated", "will be removed" ou "end of life" — e, em releases do GitHub, também do salto de versão maior no semver.

O radar usa IA para escrever os resumos?

Nesta versão, não. Título e resumo são exatamente o que o fornecedor publicou, sem reescrita. Quando um resumo gerado por IA for introduzido, ele virá em campo separado e com identificação explícita do modelo que o produziu — informação inferida nunca será apresentada como se fosse texto oficial.

Como o radar decide o que é relevante?

Por uma pontuação calculada em código, sem IA: origem oficial pesa mais que fonte de terceiro, lançamento de modelo e mudança de preço pesam mais que nota institucional, e itens recentes pesam mais que antigos. Conteúdo típico de blog corporativo que não é novidade de produto — vaga de emprego, webinar, retrospectiva — é despriorizado.