Texto e arquivos

Gerador de Assinatura de E-mail

Preencha, veja a prévia e cole no Gmail ou no Outlook já formatada — com o HTML de tabela que os clientes de e-mail de verdade conseguem renderizar.

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Por que o código parece de 2005

Se você abrir o HTML gerado aqui, vai encontrar <table>, atributos de apresentação e estilo inline em cada célula — tudo o que o desenvolvimento web abandonou há duas décadas. Não é descuido: é o único jeito que funciona.

Cliente de e-mail não é navegador. O Outlook para Windows renderiza HTML com o motor do Microsoft Word, não com um motor web. O Gmail remove blocos <style> e ignora classes CSS. Nenhum dos dois suporta flexbox ou grid de forma confiável. Uma assinatura feita com CSS moderno fica linda no seu editor e chega quebrada em metade dos destinatários — que é exatamente a metade que você não vê.

O que colocar (e o que deixar de fora)

A assinatura útil tem quatro a seis linhas: nome, cargo, empresa, um telefone, um e-mail e no máximo um link. Ela aparece a cada resposta de uma conversa, e no celular disputa espaço com a mensagem.

  • Nome e cargo — quem você é e o que faz. É o mínimo, e resolve a maior parte dos casos.
  • Um telefone só. Fixo mais celular mais ramal mais WhatsApp é convite para ninguém ligar em nenhum.
  • Um link. O que for mais útil para quem recebe — site da empresa, LinkedIn ou portfólio.
  • Fora: endereço completo, cinco redes sociais, frase motivacional, banner de campanha e imagem de fundo. Os dois últimos costumam ser bloqueados e aparecem como retângulo vazio.

A imagem precisa ter um endereço na internet

O campo de foto pede uma URL, e não um arquivo, porque a assinatura guarda apenas o link — quem recebe busca a imagem naquele endereço no momento de abrir a mensagem. Arquivo colado do computador existe só na sua máquina, e o destinatário vê um espaço vazio.

Vale saber também que muitos clientes de e-mail não carregam imagem externa por padrão, justamente porque isso avisa o remetente de que a mensagem foi aberta. Em contexto corporativo, uma assinatura só de texto costuma ser mais segura — e nunca quebra. Se for usar foto, o compressor de imagem deixa o arquivo leve antes de você hospedá-lo.

Onde colar em cada cliente

  • Gmail: Configurações → Ver todas as configurações → Geral → Assinatura. Cole e salve no fim da página — esse último passo é o mais esquecido.
  • Outlook web: Configurações → Contas → Assinaturas.
  • Outlook para Windows: Arquivo → Opções → E-mail → Assinaturas.
  • Apple Mail: cole na área de assinatura e desmarque “Sempre usar a fonte padrão”, senão o app descarta toda a formatação.

Privacidade: assinatura é um pacote de dados pessoais

Nome completo, cargo, empresa, telefone direto e e-mail corporativo — é exatamente o conjunto que alimenta lista de prospecção e de spam. Aqui nada é enviado: os campos, a prévia e a geração do HTML acontecem no seu navegador, sem requisição de rede e sem armazenamento. Fechou a aba, os dados somem.

## faq

Perguntas frequentes

Como colocar a assinatura no Gmail?

Clique em "Copiar assinatura", abra o Gmail, vá em Configurações (a engrenagem) → Ver todas as configurações → Geral, role até Assinatura, crie uma nova e cole com Ctrl+V (Cmd+V no Mac). A cópia vai como HTML formatado, então a assinatura chega montada — e não como um monte de código. Não esqueça de salvar as alterações no fim da página, que é o passo que mais gente pula.

Por que a assinatura usa tabela em vez de CSS moderno?

Porque cliente de e-mail não é navegador. O Outlook para Windows renderiza HTML com o motor do Microsoft Word, o Gmail remove blocos <style> e classes CSS, e nenhum dos dois suporta flexbox ou grid de forma confiável. Tabela com estilo inline é feia por dentro e é o único layout que sobrevive nos três clientes mais usados. Assinatura bonita que quebra no Outlook não é assinatura bonita.

Minha foto não aparece para quem recebe. Por quê?

Porque a imagem precisa estar hospedada em um endereço público na internet. O campo pede uma URL justamente por isso: o HTML da assinatura só guarda o link, e quem recebe busca a imagem naquele endereço. Se você colar um arquivo do seu computador, ele existe só na sua máquina. Hospede a foto em qualquer lugar público — o site da empresa, um repositório, um serviço de imagem — e use o link.

Devo colocar foto na assinatura?

Depende de para quem você escreve. Foto ajuda em vendas, atendimento e qualquer contexto em que a relação é pessoal. Em contexto técnico e corporativo interno, ela pesa e muitas vezes é bloqueada por padrão — vários clientes de e-mail não carregam imagem externa sem o destinatário autorizar, e a assinatura aparece com um retângulo vazio. Na dúvida, uma assinatura só de texto nunca quebra.

Qual o tamanho ideal de uma assinatura?

Quatro a seis linhas. Nome, cargo, empresa, um telefone, um e-mail e no máximo um link. Assinatura com endereço completo, cinco redes sociais, banner de campanha e três parágrafos de aviso legal é a que mais irrita: ela aparece repetida a cada resposta de uma conversa longa, e no celular ocupa mais espaço que a mensagem.

O aviso legal no rodapé serve para alguma coisa?

Juridicamente, quase nada — aquele texto de "esta mensagem é confidencial e se você a recebeu por engano deve apagá-la" não cria obrigação para quem recebeu sem consentir. Ele existe por política interna em setores regulados (jurídico, financeiro, saúde) e como sinalização. Se a sua empresa exige, use o campo de rodapé; se não exige, o espaço rende mais com uma linha útil.

Meus dados são enviados para algum servidor?

Não. Nome, telefone, e-mail e todo o resto ficam no seu navegador — a geração do HTML e a prévia acontecem localmente, sem nenhuma requisição de rede. Nada é salvo: ao fechar a aba, os campos somem. É relevante porque uma assinatura reúne exatamente o conjunto de dados que alimenta lista de spam: nome completo, cargo, empresa, telefone direto e e-mail corporativo.

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